Categoria - Notícias

Força-tarefa de combate à Covid-19 notifica estabelecimentos e templo religioso

31 de março de 2021

Nesta segunda e terça-feira, 29 e 30, a Força-tarefa de combate à Covid-19 atuou nos bairros América, José Conrado de Araújo, Luzia, Farolândia e Coroa do Meio, com o objetivo de fiscalizar o cumprimento do decreto governamental que estabelece as medidas de restrição que visam controlar a transmissão do novo coronavírus. Entre as regras implantadas durante a crise sanitária estão o distanciamento social, a proibição às aglomerações e o toque de recolher a partir das 20 horas de segunda a quinta-feira e das 18 horas nas sextas-feiras, sábado e domingo.

A fiscalização da segunda-feira aconteceu nos bairros América e São Conrado e resultou na notificação de quatro estabelecimentos comerciais que estavam funcionando fora do horário permitido pelo decreto. De acordo com a fiscal sanitária estadual, Ana Paula Acioly Maciel, supermercados e similares são obrigados a fechar às 19 horas, enquanto bares e restaurantes, às 18 horas. Neste último caso, a partir das seis da tarde é permitida apenas a retirada dos pedidos no balcão e o serviço delivery. No sábado e domingo o atendimento presencial é proibido para bares e restaurantes.

Na terça-feira, a fiscalização teve como objetivo orientar os templos religiosos quanto à capacidade de ocupação, que é de 30%, e o distanciamento social, segundo informações do fiscal sanitário estadual, Paulo Thiago Santos. “Recebemos várias denúncias indicando superlotação nos templos que, por estarem proibidos de abrir no fim de semana, acabam recebendo fiéis além do permitido durante a semana”, explicou ele, informando que a fiscalização foi realizada nos bairros Luzia, Farolândia e Coroa do Meio.

Segundo ele, um templo religioso foi notificado por ocupação acima dos 30% determinado. Dois estabelecimentos comerciais também receberam notificação por estarem funcionando fora do permitido, sendo que um deles recebeu também um auto de infração por reincidência, como informou o fiscal sanitário estadual.

“Os comerciantes aceitam a fiscalização de forma pacífica e sem resistência, mas implicam muito com o horário do fechamento. Alegam que são obrigados a fechar apenas na hora do toque de recolher. Mas, a gente sabe que eles conhecem bem as regras, apenas tentam burlar o decreto. Esse é o maior problema que temos enfrentado nas ações de fiscalização”, disse Ana Paulo Maciel.