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Secretaria de Agricultura recebe doação de álcool da UFS – Campus do Sertão para apoio a agricultores

15 de junho de 2020

Produto será utilizado por equipes e beneficiários, na logística de entrega de cestas de alimentos

Na última semana, a Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) recebeu uma doação de 63 litros de álcool a 70%, resultado da parceria estabelecida com o Campus do Sertão da Universidade Federal de Sergipe (UFS). O produto será utilizado pela equipe técnica da Seagri e pelos beneficiários no trabalho de higienização durante a distribuição de cestas de alimentos s com produtos da agricultura familiar, enquanto medida preventiva à Covid-19.

“Utilizaremos na entrega das cestas adquiridas em parceria com a Fundação Banco do Brasil para 1.100 famílias, como também na distribuição das cestas básicas que serão adquiridas pelo Programa de Aquisição de Alimentos – PAA. Outro objetivo é compor kits formados por máscaras de proteção respiratória e álcool, que serão entregues a 800 famílias quilombolas. Nós agradecemos ao diretor da UFS – Campus do Sertão, que prontamente viabilizou o apoio da Universidade”, conta o secretário de Estado da Agricultura, André Bomfim.

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a UFS tem feito esse importante trabalho de produção e fornecimento de álcool 70% a diversos órgãos públicos e entidades. A unidade UFS – Campus do Sertão, voltada especificamente para o ensino, pesquisa e extensão do setor agropecuário, se sensibilizou e doou o produto para o trabalho com produtores rurais no interior de Sergipe, durante este período atípico que o mundo está atravessando.

O secretário da Agricultura, reforça o cumprimento do último decreto estadual, que estabelece o uso obrigatório de máscaras para toda a população, e a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a necessidade do uso do álcool como alternativa ao uso de água e sabão. “O álcool será usado no trabalho de higienização por aquelas pessoas que estão em trânsito, no trabalho emergencial de distribuição das cestas básicas, e não têm acesso com facilidade à água e sabão”, detalha o secretário, alertando para o uso racional do produto, pelas equipes e público envolvidos diretamente com o trabalho emergencial.