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Saúde Estadual fortalece orientações sobre Manejo Clínico das Síndromes Gripais na Atenção Primária

27 de janeiro de 2022

Para fortalecer o enfrentamento à Covid-19 e casos de síndrome gripal, incluindo o vírus Influenza, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria coma Fundação Estadual de Saúde (Funesa), através do Telessaúde Sergipe, realizou, nesta quarta-feira, 26, uma webpalestra sobre Manejo Clínico das Síndromes Gripais na Atenção Primária à Saúde (APS), voltada a profissionais de saúde dos municípios sergipanos. O treinamento faz parte de uma série de ações feitas de forma conjunta entre as áreas de Atenção Primária à Saúde e Vigilância em Saúde.

Além do aumento de casos de síndrome gripal, a pandemia da Covid-19 já chega há quase dois anos. De acordo com o médico infectologista e diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio Góes, a ação promove a discussão do tema entre os trabalhadores da saúde, onde esses profissionais podem rever conceitos, diferenciar quadros clínicos e as formas de tratamento.

“Discutimos com os colegas da Atenção Primária a necessidade de estarmos atentos, de reconhecer os casos graves, para evitar óbitos por síndrome gripal causada por qualquer um dos tipos de vírus. Neste momento estamos em um cenário no qual a transmissão da Covid-19 aumenta”, ressaltou.

Questionado sobre os cuidados que a população precisa ter, além da vacinação, o especialista afirma que esse é um fator muito importante. “Há uma diminuição da hospitalização e declínio dos óbitos. As internações têm sido muito relacionadas às pessoas que não tiveram seus esquemas vacinais completos ou que não se vacinaram. Então é fundamental que a gente mantenha uma cobertura vacinal para que, de fato, esse quadro permaneça: apesar da transmissão, não termos casos graves”.

A webpalestra abordou temas como: período de incubação e período de transmissibilidade; apresentações clínicas; síndrome gripal; definições de casos – Síndrome Gripal e Síndrome Respiratória Aguda Grave; sinais de agravamento (piora do estado clínico); complicações; condições e fatores de risco para complicações; diagnóstico; comparação de tipos de testes de diagnóstico de influenza; quais pacientes devem ser testados; tratamento; tratamento – antivirais; tratamento com zanamivir; posologia dos antivirais; tratamento adjuvante e com antimicrobianos associados; e outros direcionamentos.