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Huse segue protocolo de informações dos pacientes internados diante da pandemia

01 de julho de 2020

Desde o início da pandemia da Covid-19, a rotina das pessoas foi alterada, principalmente das que estão com parentes internados em hospitais, seja por outro diagnóstico ou pelo coronavírus. É que o protocolo de visitação dentro das unidades de saúde ou para acompanhar o tratamento no leito mudou por causa da pandemia. No Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) não poderia ser diferente e o protocolo teve que ser seguido à risca, apesar de os familiares, angustiados, quererem informações do paciente a todo instante e em tempo real.

O fluxo estabelecido para os casos  com o objetivo de assegurar transparência dos processos e aproximar os familiares dos pacientes são realizados de diferentes formas com o apoio de uma equipe multiprofissional formada pelo Serviço Social, Humanização, Enfermagem e, principalmente, os médicos que acompanham a evolução de cada paciente. Para os que estão internados na Área Vermelha e Unidades de Apoio Crítico I e II do Huse e são considerados pacientes críticos, o contato é feito pelo médico de plantão diariamente, como explica a gerente da área, Tayná Santos.

“Realmente essa restrição de acesso com o seu familiar é muito angustiante, a informação por telefone muitas vezes é complicada e não consegue minimizar a saudade e confortar a família. Diariamente, o médico transmite o quadro do paciente internado na área e tem momentos que essa comunicação não é realizada com sucesso para todos devido a área telefônica que dá interferência, telefone do familiar desligado ou que não atende naquele momento, intercorrência com algum paciente e o médico tem que dar a assistência, mas todos fazem o possível e estão à disposição para que a informação seja realizada com sucesso”, explicou Tayná Santos.

Já os pacientes que estão nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI), as informações são divulgadas através do Setor de Humanização do Huse todas as tardes, mediante relação fornecida pelo médico da área. “Nas Alas abertas de letras e numerais 100 a 400 e A a D, há situações que se enquadram nos grupos prioritários como crianças e adolescentes, idosos a partir de 60 anos, além de portadores de deficiência, que têm garantido por lei o direito ao seu acompanhante e esses já passam a ter as informações alí mesmo no leito pela própria equipe médica”, enfatizou a gerente do serviço Social do Huse, Jolene Feitosa.

Já a enfermaria em situação de Covid-19 (antiga UPC e Ala 500), o fluxo é de outra forma. De segunda a sexta um familiar com o uso de máscara, pode comparecer ao hospital que será encaminhado para conversar com a equipe sobre o paciente, sempre a partir das 17 horas. Alguns pacientes estão em posse do aparelho celular e conseguem se comunicar com seus familiares e passam a informação de forma bem tranquila.

“Para os pacientes que estão nas UTI’s Covid-19, uma vez por semana o médico diarista liga e passa o quadro do paciente para o familiar. Diariamente, o boletim médico é passado pela equipe de humanização do hospital, algumas vezes pode atrasar, ou o número do telefone fornecido não atende ou está desligado, mas não deixa de ser divulgado”, explicou a gerente das UTI’s Covid-19 do Huse, Neila Froes.